Imóvel Center

Descrição

Imóvel Center é um portal imobiliário GRÁTIS destinado a compra, venda e locação de imóveis, onde Corretores ou Imobiliárias poderão anunciar sua carteira de imóveis.
Proprietários de imóveis poderão anunciar no portal ou encontrar Corretores ou Imobiliárias da sua região.
Nossa equipe está se dedicando para tornar a Imóvel Center um grande portal de busca de imóveis para o público em geral e uma ferramenta de trabalho para Corretores de Imóveis e Imobiliárias.
Venha fazer parte de nossa história.

Para realizar um negócio imobiliário seguro, é essencial contratar um Corretor de Imóveis.

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Mercado de Locação se aquece com a COPA do mundo no Brasil em 2014

Muitos proprietários estão entusiasmados com as boas perspectivas de ganhos no aluguel de temporada

Falta mais de um ano para o início da Copa do Mundo, as chances da nossa seleção estão definidas, mas tem muita gente que já quer fazer um gol e ganhar um bom dinheiro com a locação de imóveis na época do campeonato. Em várias cidades que sediarão os jogos de 2014, já Continuar lendo…

Prefeito de NY propõe “micro apartamentos” na cidade

O objetivo é limitar os valores dos aluguéis e adaptar a cidade ao crescente número de solteiros
Don Emmert/AFP

Prédios em Nova York, nos EUA
Prédios em Nova York, nos EUA: projeto propõe construção de apartamentos para aluguel com Continuar lendo…

Imóveis têm valorização modesta em junho

Alta é ligeiramente superior à de maio, mas tendência de desaceleração permanece, diz Índice FipeZap
Apesar de desaceleração no Rio, metro quadrado em Ipanema e Leblon beira os 18.000 reais
– Os preços dos imóveis residenciais no Brasil tiveram alta de 1,0% em junho, índice mais ou menos estável em relação a maio, quando a alta foi de apenas 0,9%, a menor variação mensal desde o Continuar lendo…

Volume de negócios com fundos imobiliários recua em junho de 2012

Os fundos de investimento imobiliário movimentaram R$ 176,52 milhões em junho, o que significa uma queda de 11,97% ante o mês anterior, quando foram movimentados R$ 200,52 milhões, de acordo com dados divulgados pela BM&FBovespa.
Já a quantidade de negócios registrou aumento entre maio e junho deste ano. De acordo com a bolsa paulista, no sexto mês do ano, foram registradas 21.347 transações, ante as 15.369 verificadas no mês de maio.
Ainda de acordo com a bolsa, o mês passado terminou com 74 fundos imobiliários registrados e autorizados à negociação nos mercados de bolsa e balcão da BM&FBovespa, o que significa dois fundos a mais do que em maio.
O que são e como investir
Os fundos imobiliários podem deter participação em imóveis de diferentes tipos, como prédios residenciais, comerciais, industriais, galpões ou shopping centers.
Entre as vantagens de investir em imóveis por meio dos fundos, está a diversificação do portfólio com um capital menor e a isenção de Imposto de Renda sobre os rendimentos. Para ter esta isenção, o investidor pessoa física deve deter menos de 10% das cotas e o fundo precisa ter, no mínimo, cinquenta investidores, além de suas cotas serem negociadas em bolsa.
A compra e venda das cotas é feita por meio da corretora de valores. Por isso, é preciso ter cadastro em uma para conseguir fazer estas transações. Assim como as ações, as cotas dos fundos possuem códigos que devem ser digitados no home broker, para que a operação seja efetuada.

Por: Diego Lazzaris Borges – InfoMoney

Férias em condomínio: confira o que precisa estar em dia

A partir desta semana, as crianças começam a lotar piscinas e playgrouns dos condomínios, em busca de diversão nas tão queridas férias escolares. Mas as áreas de lazer estão preparadas para recebê-las sem riscos? Será que é prudente fazer alguma contratação temporária de monitor de recreação ou salva-vidas? Confira cinco dicas rápidas para que o condomínio seja um palco seguro para as brincadeiras da criançada. Continuar lendo…

Condomínio verde: aprenda a fazer seu jardim de varanda

A decoração de varandas nos apartamentos deve sempre respeitar a convenção coletiva do condomínio, que determina o visual da fachada do prédio e garante, assim, a homogeneidade visual. Isso não significa que você deve deixar sua varanda mais seca que um deserto. Vasos com plantas e flores podem causar um grande impacto e proporcionar bem estar para os moradores.

Mas como fazer um jardim de varanda sem colocar em risco a boa convivência com os vizinhos? O primeiro passo é verificar a convenção de condomínio para saber exatamente o que pode ou não ser feito na fachada. Se você, por exemplo, quiser colocar vasos com samambaias, é preciso saber se o seu prédio aceita ou não este tipo de alteração no visual.

Em seguida, confira se a estrutura da varanda pode suportar o peso de vasos e plantas. A maioria delas consegue, mas existem varandas construídas em madeira e que não podem apoiar vasos grandes e pesados. Se este for o seu caso, opte por vasos em resina, muito mais leves que os de cerâmica, e em tamanhos menores.

Observar o clima da varanda ou terraço é outra medida importante na hora de investir em um jardim. A direção do vento e a incidência de sol são fundamentais para identificar as espécies corretas a serem plantadas. A precipitação também deve ser registrada: algumas varandas não recebem muitas chuvas, então é preciso atenção redobrada com a rega das plantas.

Neste projeto do paisagista Odilon Claro, da Anni Verde, foram utilizadas tinas enfileiradas para reduzir a sensação de irregularidade do espaço. Criar diversos níveis para colocar os vasos, com aparadores e prateleiras, é uma saída para aproveitar bem o espaço livre. O paisagista também apostou em um jardim suspenso ao fundo, para que a parede fosse “tomada” pela folhagem.

E se você gosta de cozinhar para receber os amigos ou agradar sua família, que tal apostar em ervas aromáticas e temperos frescos? Além de decorar, a plantação deixa um perfume agradável no ar. Manjericão, tomilho, orégano, pimentas, lavanda, capim-limão e alecrim são exemplos de ervas com bom desempenho ao serem cultivados em vasos.

LicitaMais.

Rio se inspira em Barcelona e investe R$ 8 bi para recuperar zona portuária para Olimpíadas

Imagem de projeto para revitalizar a zona portuária do Rio de Janeiro

De olho nas Olimpíadas de 2016 e no seu legado, o Rio de Janeiro se inspira em Barcelona para a recuperação de sua zona portuária. A operação urbana chamada de Porto Maravilha começou em 2010 e é maior PPP (Parceira-Público-Privada) do país, envolvendo recursos da ordem de R$ 8 bilhões. A promessa é de recuperação de uma área urbana de 5 milhões de metros quadrados em pleno centro do Rio de Janeiro. Continuar lendo…

Incorporadoras de menor porte aprenderam que é preciso ter foco de atuação para sobreviver no cenário de concorrência acirrada

SÃO PAULO – A corrida desenfreada de construtoras e incorporadoras rumo à Bovespa em 2006 e 2007 deixou como legado uma nova geração de companhias que aprenderam com os erros das veteranas e assumiram certa aversão à abertura de capital.

Integrantes de um setor bastante fragmentado, formado em grande parte por empresas familiares, construtoras e incorporadoras de menor porte aprenderam que é preciso ter foco de atuação para sobreviver no cenário de concorrência acirrada.

“Quem cresceu demais perdeu a mão… Não acredito em crescimento indeterminado”, disse o presidente da Vitacon, construtora e incorporadora com atuação apenas em São Paulo criada há cerca de três anos, Alexandre Lafer Frankel.

Frankel citou PDG Realty e Cyrela Brazil Realty como exemplos de “aprendizado com erros de empresas de capital aberto”. Na onda da euforia vivida pelo mercado imobiliário entre 2008 e 2010, as maiores companhias do setor diversificaram o mix de produtos, ingressaram em novas regiões e começaram a trabalhar com parceiros.

Hoje, após terem seus balanços pressionados por tamanha diversificação, essas mesmas empresas passaram a abandonar regiões com baixa escala, focar a produção em determinado segmento e descartar a terceirização.

“Atuar em determinado nicho é o diferencial, com profissionalização”, acrescentou Frankel. “Não adianta querer fazer tudo porque não dá certo.”

A especialização, de fato, parece ser a alavanca -e o mantra- das empresas pequenas e médias no setor.

Formada a partir do banco Modal, mas hoje totalmente independente da instituição, a MDL Realty deve fechar este ano com R$ 450 milhões em lançamentos, com operações concentradas em São Paulo e Rio de Janeiro.

“A escala nacional e o aumento do volume (de produção) tiram o brilhantismo do processo”, disse o diretor da MDL Realty Ricardo Freitas. “Esse é o problema das empresas grandes, que não estão conseguindo entregar os ‘guidances’ prometidos, porque os custos aumentaram muito.”

O cenário traçado aponta para a tendência de um mercado formado muito mais por grandes empresas regionais do que nacionais.

“Neste setor, para ganhar dinheiro, não é preciso necessariamente crescer muito, mas melhorar a eficiência operacional, com foco no que se sabe fazer… Estar em todas regiões do Brasil faz perder dinheiro e escala”, disse o presidente da Mudar, construtora voltada ao segmento econômico em São Paulo e Rio de Janeiro, Augusto Martinez de Almeida.

Ao notarem que o preço de gerenciar custos, parceiros e obras, somado à perda de escala, era alto demais, boa parte das grandes companhias hoje listadas na Bovespa vêm anunciando a saída de determinadas regiões e o fim de parcerias. Esse recuo, entretanto, tem saído caro até que todas as contas sejam ajustadas e as operações colocadas em ordem.

A equipe de análise do Credit Suisse afirmou, em relatório no mês passado, que “as construtoras menores devem ter vantagem competitiva nos próximos trimestres em função de menores complexidades e maior controle”, citando como exemplos Tecnisa, Helbor e EZTec, esta última, com operação concentrada apenas em São Paulo.

Vivian Pereira – REUTERS  – Estadão

Brasileiros estão entre os estrangeiros que mais compram casas em Orlando

 No Brasil, as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro possuem um dos mercados imobiliários mais aquecidos do País. Mas não é só por aqui que os brasileiros gostam de comprar casas. Em Orlando, na Flórida, os brasileiros estão entre os estrangeiros que mais adquirem imóveis em Orlando.

Orlando está à venda
De acordo com o estudo, dos estrangeiros que compram casas em Orlando, 46,1% são do Canadá, 10,3% são do Reino Unido e 7,6% são do Brasil. O levantamento também avaliou os motivos que estão levando os estrangeiros a comprar imóveis na região e chegou a conclusão que a principal razão é o fato de que Orlando está à venda, “literalmente”.

Além disso, de acordo com a corretora Zola Szerencses, o local é financeiramente acessível aos estrangeiros. Ainda falando das regiões mais procuradas pelos estrangeiros nos Estados Unidos, Miami é destaque entre os argentinos e venezuelanos.

Das casas vendidas em Miami para os estrangeiros, 70,5% foram compradas por pessoas que residem no Canadá, seguido por 2,9% de estrangeiros residentes na Argentina e 2,3%, na Venezuela.

Os dados da pesquisa, porém, contrastam com outro estudo conduzido pelo NAR (National Association of Realtors – associação que representam os corretores de imóveis nos EUA) em outubro de 2011 que apontou que os venezuelanos eram os maiores compradores de imóveis em Miami (15%), seguidos pelos brasileiros (12%), argentinos (11%) e canadenses (10%).

Viviam Klanfer Nunes (Infomoney)

Setor imobiliário aposta em jovens compradores

Os novos empreendimentos imobiliários em Rio Preto refletem uma nova tendência de mercado. Segundo um estudo divulgado no dia 15 de junho pelo Secovi-SP, o Sindicato da Habitação, o mercado imobiliário de Rio Preto aposta cada vez mais na população consumidora jovem. E é cada vez mais comum os Continuar lendo…

Financiamento de imóveis usados triplica em sete anos

SÃO PAULO – O financiamento de imóveis usados triplicou nos últimos sete anos na capital paulista.

Segundo um levantamento feito pela Lello Imóveis, entre janeiro e maio deste ano, 45% dos imóveis usados vendidos no período foram por meio de financiamento. Já no mesmo período de 2005, apenas 15% destes imóveis foram financiados.

Em relação às vendas de imóveis prontos para Continuar lendo…

Criatividade é a nova arma para vender imóveis na Capital

Oferecer um bom imóvel, com ampla infraestrutura, equipamentos de lazer e uma boa campanha de divulgação na TV, fôlderes e classificados. A fórmula que até certo tempo atrás garantia uma boa visibilidade e a captação de clientes aos empreendimentos imobiliários já não é suficiente.

Para arrematar a preferência dos compradores em um mercado aquecido e ao mesmo tempo acirrado, incorporadoras, construtoras e imobiliárias estão Continuar lendo…

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